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domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O que evitar em uma campanha publicitária
1 - não definir claramente o "target" da campanha - uma campanha de publicidade só pode ir em frente se tiver o público-alvo bem definido.
2 - não se distinguir da concorrência - Não conseguir descobrir algo que seja digno de destaque sobre a marca que ajude a motivar e conquistar o consumidor, é garantir o insucesso da campanha.
3 - não conhecer bem o "público-alvo" - O ideal é recorrer a estudos de mercado ou pesquisas junto de potenciais clientes para verificar a sua receptividade.
4 - errar na mensagem - Uma boa ideia resulta de um “salto criativo”, dado em cima de uma orientação clara espelhada na mensagem. Quanto mais inspiradora e relevante ela for, melhor será a ideia criativa daí resultante. Portanto, discuta com a agência exaustivamente para que o briefing seja o inspirador das boas ideias.
5 - prejudicar a eficácia em prol da criatividade - Uma campanha pode ser tecnicamente brilhante, ganhar prêmios de criatividade, mas, na prática, não atingir o alvo e fracassar por completo. Se os consumidores a quem a mensagem supostamente deveria se dirigir não a perceberem, também não irão identificá-la como dirigida a eles e não a reterão em suas mentes.
6 - não levar em consideração os aspectos culturais - Diferentes culturas interpretam e reagem à mesma mensagem publicitária de formas diferentes. Por isso, é essencial definir uma estratégia consistente e ao mesmo tempo flexível para não ferir suscetibilidades. O mesmo se aplica à utilização de estereótipos que podem ser encarados como um insulto, além de ajudarem a reforçar preconceitos sociais.
7 - escolher os meios publicitários errados - Muitas vezes para determinado produto chegar ao seu alvo, bastará um anúncio numa revista de menor tiragem, por exemplo, de uma determinada ordem profissional: chega a um número restrito de pessoas, mas essas podem ser exatamente o público-alvo do produto ou serviço em causa.
8 - não definir um orçamento publicitário - É muito importante que, antes de dar qualquer passo, seja definido o valor que tem disponível no seu orçamento para publicidade e o apresente com clareza à agência que escolheu ou ao seu próprio departamento de publicidade. Os métodos, os meios e as pessoas que estarão envolvidas na campanha serão escolhidos também em função dele.
9 - não confiar a campanha a profissionais - Se a sua empresa não tem um departamento de publicidade, pense duas vezes antes de avançar com uma campanha feita por amadores. Apesar de ser mais dispendioso, é mais seguro entregar estes assuntos a quem sabe. Caso contrário, arrisca-se a gastar dinheiro e outros recursos em vão. A publicidade tem técnicas e métodos específicos que só os profissionais da área dominam.
10 - não ter um critério claro na escolha da agência -
Pense no que pretende de uma agência de publicidade.
- Quer contratá-la para um projeto de curta duração, ou para uma campanha de publicidade para maior tempo?
- O seu orçamento permite contratar uma grande agência. É mesmo isso que pretende?
- Uma grande agência pode não ser necessariamente a melhor para a sua empresa, nem ir ao encontro às suas necessidades ou orçamento.
É essencial fazer uma prospecção de mercado, marcar reuniões com algumas delas e obter referências sobre trabalhos anteriores. Desta forma, vai se reduzindo a amostra. No final, terá que selecionar uma entre as três ou quatro “finalistas”.
terça-feira, 12 de junho de 2012
5 formatos que fazem a diferença para sua marca
A MediaMind, fornecedora mundial de soluções de tecnologia para publicidade digital, produziu um estudo no mercado publicitário com intuito de otimizar a utilização de mídia, criativos e dados para aumentar o desempenho das campanhas e revelou os cinco formatos de publicidade online que apresentam a melhor performance para campanhas digitais.
A pesquisa analisou a 'Taxa de Dwell' e a 'Duração Média de Dwell' de
mais de 300 mil anúncios criativos. De acordo com a pesquisa, os
formatos com rendimento mais alto são:
Sidekick (Rising Star IAB);
Pushdown (Rising Star IAB);
Homepage Takeover;
Anúncios no Messenger;
e Video Extender.
Para Peter Minnium, diretor de Digital Brand Initiatives do IAB, o
estudo constata que o mercado já está adotando formatos inovadores como o
Sidekick e o Pushdown com ótimos resultados. A pesquisa revelou que o
Sidekick proporciona uma Taxa de Dwell 60% superior aquela registrada
para Banners Polite. Além disso, os usuários tendem a interagir 164%
mais com o Banner Pushdown.
“Como os usuários migram cada vez mais dos meios de comunicação tradicionais, como revistas e jornais, para a publicidade online, os anunciantes devem se conscientizar que o formato de um anúncio representa uma parte fundamental da criatividade”, comenta Gal Trifon, diretor-geral da MediaMind e diretor de Publicidade Digital da DG.
Para fazer o download do estudo “5 formatos que fazem a diferença para sua marca” basta clicar aqui.
“Como os usuários migram cada vez mais dos meios de comunicação tradicionais, como revistas e jornais, para a publicidade online, os anunciantes devem se conscientizar que o formato de um anúncio representa uma parte fundamental da criatividade”, comenta Gal Trifon, diretor-geral da MediaMind e diretor de Publicidade Digital da DG.
Para fazer o download do estudo “5 formatos que fazem a diferença para sua marca” basta clicar aqui.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Um novo jeito de ler jornal
Sem dúvida uma ótima idéia da equipe do Jornal, para popularizar o Diário de notícias, além de uma verdadeira inovação no campo de leitura jornalística.
Quando você pensa que não podem inventar mais nada no campo de leitura...
Uma iniciativa do Jornal Metrô, que está sendo feita inicialmente nas grandes cidades Canadenses, onde foram espalhadas mini-caixinhas de jornal(algo muito comum por aquela região), para divulgar o aplicativo mobile e atrair mais adeptos .
Por meio dessas caixinhas o leitor poderá baixar o jornal diretamente para seu celular através do QR Code...
sábado, 9 de junho de 2012
E por falar em cinema... "Deus da Carnificina" - Carnage
Eventualmente vamos aproveitar este espaço para falar de dicas de filmes, livros e afins que tenham relação com internet, publicidade ou ambos... Quem quiser dar sua contribuição sugerindo algum título, fique à vontade para nos escrever...
E o primeiro título que escolhemos é uma comédia dramática, adaptação de uma peça homônima da francesa Yasmina Reza, encenada no Brasil em 2011, dirigida de maneira magnífica por Roman Polanski e com um elenco dificilmente tão bem escolhido: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly.
O filme é "Deus da Carnificina" - Carnage (eu sei o que voce está pensando, mas eu não tive como escolher um nome melhor para o lançamento no Brasil...)
O argumento é simples de ser contado, se passa 99,9% em uma sala de um apartamento(mostrando que uma simples boa idéia pode sim render um ótimo filme), onde Polanski mostra as tentativas por vezes frustrantes de um acerto de contas entre dois casais. Um deles, formado pelos pais de um garoto de 11 anos que agrediu o filho do outro com um pau em um parque, quebrando-lhe dois dentes. Os dois meninos são colegas de classe.
Mas o que tem o filme a ver com internet ou publicidade? Na verdade muito pouco... A própria publicidade do filme se apega ao nome do diretor e dos atores(o que convenhamos não é pouco) para chamar a atenção do seu público alvo. E honestamente eu só vim a conhecer o nome de Yasmina Reza depois de tomar conhecimento do filme... O que realmente importa aqui são as máscaras e os esteriótipos dos personagens, mostrando o que acontece quando há o choque de culturas e sociedades diferentes. Impossível deixar de rir e de não associar o personagem de Christoph Waltz ao post anterior, toda vez que ele atende ao celular.
Outro detalhe interessante é o fato do diretor ter produzido o roteiro durante os sete meses de sua prisão domiciliar, em seu chalé na Suíça, em 2009. Prisão essa resultado da velha pendência com a Justiça norte-americana, devido ao suposto estupro contra uma menor, 35 anos atrás.
Não só o roteiro, o filme inteiro é muito bom... Vejam o trailer, assistam ao filme e confiram...
E o primeiro título que escolhemos é uma comédia dramática, adaptação de uma peça homônima da francesa Yasmina Reza, encenada no Brasil em 2011, dirigida de maneira magnífica por Roman Polanski e com um elenco dificilmente tão bem escolhido: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly.
O filme é "Deus da Carnificina" - Carnage (eu sei o que voce está pensando, mas eu não tive como escolher um nome melhor para o lançamento no Brasil...)
O argumento é simples de ser contado, se passa 99,9% em uma sala de um apartamento(mostrando que uma simples boa idéia pode sim render um ótimo filme), onde Polanski mostra as tentativas por vezes frustrantes de um acerto de contas entre dois casais. Um deles, formado pelos pais de um garoto de 11 anos que agrediu o filho do outro com um pau em um parque, quebrando-lhe dois dentes. Os dois meninos são colegas de classe.
Mas o que tem o filme a ver com internet ou publicidade? Na verdade muito pouco... A própria publicidade do filme se apega ao nome do diretor e dos atores(o que convenhamos não é pouco) para chamar a atenção do seu público alvo. E honestamente eu só vim a conhecer o nome de Yasmina Reza depois de tomar conhecimento do filme... O que realmente importa aqui são as máscaras e os esteriótipos dos personagens, mostrando o que acontece quando há o choque de culturas e sociedades diferentes. Impossível deixar de rir e de não associar o personagem de Christoph Waltz ao post anterior, toda vez que ele atende ao celular.
Outro detalhe interessante é o fato do diretor ter produzido o roteiro durante os sete meses de sua prisão domiciliar, em seu chalé na Suíça, em 2009. Prisão essa resultado da velha pendência com a Justiça norte-americana, devido ao suposto estupro contra uma menor, 35 anos atrás.
Não só o roteiro, o filme inteiro é muito bom... Vejam o trailer, assistam ao filme e confiram...
sábado, 2 de junho de 2012
Realidade Aumentada: Anúncio Boticário
O Boticário inovou em um anúncio impresso de página dupla permitindo que o leitor interagisse com o anúncio para obter informações adicionais por meio de seu iPhone.
Ao digitar o endereço em seu browser e posicionar o iPhone no local indicado pelo anúncio, iniciava um vídeo com o making of da maquiagem do olho da modelo, permitindo ao leitor acompanhar do início como a maquiagem havia sido feita e o resultado final obtido pelo uso do produto.
Além da interação com o produto e com a marca pela utilização do iPhone no anúncio, a experiência interativa proporcionada pela realidade aumentada traz ainda outro benefício para a marca: comprova os reais benefícios oferecidos/vendidos ao consumidor por meio do anúncio.
Ao digitar o endereço em seu browser e posicionar o iPhone no local indicado pelo anúncio, iniciava um vídeo com o making of da maquiagem do olho da modelo, permitindo ao leitor acompanhar do início como a maquiagem havia sido feita e o resultado final obtido pelo uso do produto.
Além da interação com o produto e com a marca pela utilização do iPhone no anúncio, a experiência interativa proporcionada pela realidade aumentada traz ainda outro benefício para a marca: comprova os reais benefícios oferecidos/vendidos ao consumidor por meio do anúncio.
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